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domingo, 14 de outubro de 2007

Mônica Veloso na Playboy

Desde o anúncio de Mônica Veloso posaria nua na revista Veja o assunto vem sendo explorado cotidianamente. . Os boatos e fofocas ocupam espaços em grande parte da Imprensa e parece contagiar larga parcela da população. Nas esquinas o que se fala é Mônica Veloso e suas curvas. O movimento de vendas da revista vem causando especulação. Já está faltando em várias capitais. Surgem boatos de um caminhão foi assaltado e as revistas, fruto do assalto, sendo vendidas no câmbio negro. Outros dizem que as primeiras remessas estão sendo retidas para forçar a venda no câmbio negro e assim por diante.

REDIRECIONAMENTO

Para muita gente parece que houve um total esquecimento que tudo começou com a acusação de que o Senador Renan tenha recebido dinheiro da Empreiteira Mendes Júnior para pagar pensão alimentícia à jornalista Mônica Veloso. Ao longo das investigações, outras acusações foram surgindo (lobismo e sonegação). Mesmo assim se dá maior dimensão ao caso particular do romance do Senador com a Jornalista. Isso tomou uma dimensão na mídia que "sombreou" grades eventos nacionais como o dia da criança e as comemorações do dia da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Ora, com tantos problemas cruciais de larga parcela da população, como hospitais lotados de pacientes sem atendimento, falta de remédio nos postos médicos, filas quilométricas de pessoas aguardando doações de órgãos para sobreviverem, aposentados e pensionistas madrugando e sofrendo nas filas dos bancos e dos órgãos de previdência entre outros males. Por que nossos meios de comunicação não priorizam esses problemas?

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

IV Congresso do PDT já tem data: 19, 20 e 21 de abril de 2008

O IV Congresso Nacional do PDT deverá se realizar nos dias 19, 20 e 21 de abril de 2008 em Brasília ou Rio de Janeiro - segundo indicativo aprovado pelo grupo de trabalho da Executiva Nacional para organizar o evento que se reuniu em Brasília no último dia 17/7 sob a presidência de Manoel Dias, Secretário Geral do PDT. “Precisamos defender políticas e bandeiras de esquerda porque somos da geração que enfrentou a ditadura e hoje temos a obrigação de ser uma alternativa para a esquerda brasileira”, destacou Dias.
No encontro ficou decidido que o calendário para as convenções municipais e estaduais definido pelo Diretório Nacional em sua última reunião, no início do ano, precisa ser priorizado e cumprido até o final deste ano ainda. Para que as comissões provisórias existentes espalhadas pelo país sejam substituídas por executivas eleitas em convenções que também serão reuniões preparatórias para o IV Congresso em abril de 2008. “É preciso evitar que o PDT se torne um partido cartorial. Para isto precisamos renovar as nossas bases e as nossas direções estaduais e municipais, desaguando tudo no IV Congresso”, destacou Dias, também presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini.
As convenções a serem realizadas a este ano seguirão o seguinte calendário: até final de outubro as municipais, até final de novembro as estaduais. Manoel Dias disse que por onde anda no país, tem cobrado políticas para tornar o PDT uma alternativa à esquerda. Esta proposta, segundo ele, “vem sendo muito bem recebida nas bases, ao contrário das cúpulas, que estão acomodadas”. O Secretario Nacional do PDT defendeu a criação de núcleos de base, fórmula certa, no seu entender, para aprofundar a discussão e apontar caminhos. “O partido precisa avançar a partir dos núcleos”, frisou. O PDT deve ultrapassar em outubro deste ano a marca de 1 milhão de filiados e isto precisa ser celebrado, no seu entender. “Nosso discurso precisa se diferenciar dos partidos conservadores e nossas bases, motivadas, têm condições de dobrar o número de prefeitos e vereadores ano nas eleições do ano que vem”, afirmou.
Depois de fazer um balanço das atividades relacionadas à Universidade aberta Leonel Brizola, que já conta com 5 mil matrículas e tem veiculado aulas para capacitação de quadros pela TV via satélite e via Internet; Manoel Dias assinalou que se for possível alcançar pelo menos 10% dos atuais objetivos desse trabalho, “a cara do PDT muda”. Participaram da reunião preparatória ao IV Congresso, em Brasília, entre outros, o vice-presidente nacional do partido, deputado Vieira da Cunha (RS), e os vice-presidentes regionais Severiano Alves (BA), Ronaldo Lessa (AL) e Sérgio Vidigal (ES), além do Secretário de Relações Internacionais, Senador Cristovam Buarque (DF). Também participaram o ex-deputado André Costa (RJ), a vice-presidente para Assuntos da Mulher, Michelina Vecchio, o presidente do PDT do Ceará, ex-deputado André Figueiredo, o presidente do PDT de Belo Horizonte, ex-deputado Sérgio Miranda (MG); a presidente do Movimento dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Mapi), Maria José Latgé (RJ), um representante do Movimento Sindical, Sérgio Luiz (RJ), o jornalista FC Leite Filho e o presidente da seção Rio de Janeiro da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini.
Por designação dos presentes, foi formada uma subcomissão composta de Sérgio Miranda, André Figueiredo e Osvaldo Maneschy – para discutir e elaborar o temário do IV Congresso Nacional do PDT. E marcada nova reunião - dia 7 de agosto - para discutir a proposta de temário da subcomissão que trabalhou com base nas conclusões do III Congresso do PDT, realizado no Riocentro, Rio de Janeiro, em 1992. O deputado Vieira da Cunha (RS) ao defender a posição de que as questões internas do PDT precisam ser resolvidas democraticamente pelo voto, “como faz o PDT do Rio Grande do Sul disputarão a convenção estadual”, manifestou seu integral apoio a decisão do grupo de trabalho de priorizar o calendário das convenções municipais e estaduais definido pelo Diretório Nacional. “Olhando para os lados vemos que o PDT, em relação aos demais partidos, ainda tem uma imagem pública positiva que permite que o nosso espaço seja recuperado”, observou. Na mesma linha, Miguelina Vecchio, do PDT gaúcho, destacou que o que o Diretório Nacional determina é obrigação das seções estaduais do partido cumprir. “Congresso é para discutir e aprovar teses e a Executiva, executá-las. Se não é para cumprir decisões, então é melhor não fazer congresso. O Estatuto do partido é para ser cumprido sempre, e não só no momento que interessa”, destacou.
O presidente do PDT de Belo Horizonte, ex-deputado Sérgio Miranda, assinalou que “partido se faz com conteúdo” e pelo fato do PT ter ido para a direita, criou espaço à esquerda que o PDT deveria ocupar. “Precisamos nos reunir, precisamos discutir nossas questões. Precisamos reunir com o ministro, com nossa bancada federal. Quais são as linhas do PDT para o Ministério do Trabalho? Quais são as nossas políticas?”, cobrou. O Senador Cristovam Buarque, ao destacar a importância de se definir um eixo central para o IV Congresso, disse que é preciso que o conteúdo deixe claro que, através do PDT, “todos terão chances iguais de construir o país”. Cristovam defendeu a idéia de que no Brasil a escola do pobre precisa ser igual a do rico, tornando a sociedade mais igual, mais eficiente. Acrescentou que o eixo do IV Congresso deveria girar em torno de idéias como Educação, eficiência, ética e estabilidade econômica.
O ex-deputado Sérgio Miranda, disse por sua vez, que “a campanha pela educação é boa, mas precisa de cabeça, tronco e membros. Não se faz política sem enfrentamentos: ela não é platitude”. Miranda disse que é preciso fazer um diagnóstico da realidade, saber exatamente qual é a pauta Brasil, antes de mais nada. “Administrar é tomar decisões em torno de interesses. No IV Congresso deveríamos defender três princípios básicos: a soberania nacional, sendo a Amazônia subitem fundamental; a democracia – precisamos combater a desmoralização das instituições; e a questão social – abrangendo especialmente os itens educação e saúde”, afirmou. E concluiu: “Ecologia e Educação não são nossos eixos. A questão central hoje é o domínio do país pela oligarquia financeira. Vivemos a ditadura da economia financeira. Quando estrangeiros não pagam tributos e brasileiros pagam, isto é uma questão de soberania. A elite que domina o Brasil não tem contato com a pobreza, por isso a criminaliza. Nossa sociedade mudou, não é mais aquela gente risonha e franca. Vivemos um drama social profundo e precisamos ter clareza disto”, insistiu Miranda.
Fonte: Ascom PDT

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Mudou de Partido? Barbas de molho!

Em 27 de março de 2007 o TSE-Tribunal Superior Eleitoral respondendo consulta administrativa (CTA 1398), formulada pelo DEM-Democratas, na prática, restabeleceu a fidelidade partidária para os cargos obtidos na última eleição proporcional quando diz: “O mandato de vereadores, deputados federais e estaduais, pertence ao partido político e às coligações e não aos eleitos”.

Entendeu aquela corte que se o eleitor, ao votar, escolhe primeiramente o partido e que o quociente eleitoral é quem elege os mandatários. Por isso o entendimento é que trocar de partido seria um desrespeito ao eleitor.


Pela lógica parece mesmo que vai prevalecer o direito dos partidos sobre as defesas dos que mudaram para outras siglas. Por quê? - 1º) O Supremo confirmou a decisão do TSE. 2º) Decidiu como marco inicial da aplicação dos procedimentos de decisões o dia 27 de março. 3º) Deixou para que os possíveis julgamentos se encerrem no TSE.


E, aí? Muita água vai rolar. Muitas defesas bem fundamentadas certamente serão acatadas. Mas é bom que os mandatários que mudaram de partido sem motivo aparente fiquem de "barbas de molho". Não devem esquecer que penalizados, mesmo que a pena venha depois de concluído o mandato, deverão devolver toda remuneração percebida durante esse período.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

TSE decide que mandato é do partido

Apesar de decidir, nesta quinta-feira (4), que os mandatos pertencem aos partidos e não aos políticos eleitos, o Supremo Tribunal Federal (STF) poupou os 23 “infiéis”-deputados que trocaram de legenda depois das eleições de 2006. Ao julgar os mandados de segurança propostos pelo DEM, PPS e PSDB, o Supremo definiu que a fidelidade partidária deve ser aplicada somente a partir do dia 27 março – quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que os mandatos de deputados federais, estaduais e vereadores pertencem às legendas e não aos políticos. E que caberá à Justiça Eleitoral a decisão sobre os casos de troca de partido após essa data. Entre os 23 “infiéis”, apenas a deputada Jusmari de Oliveira (BA) corre o risco de perder o mandato. Ela foi a única a trocar de partido após a decisão do TSE. Deixou o DEM pelo PR. Mesmo assim, de acordo com o entendimento firmado pelo Supremo, terá direito à ampla defesa em julgamento no TSE. Pela decisão do Supremo, nos casos de mudança de partido depois de 27 de março, as legendas terão que encaminhar à corte eleitoral um pedido de investigação para comprovar o ato de infidelidade. E o TSE decidirá, então, se isso ocorreu. A maioria dos ministros seguiu o voto do ministro Celso de Mello. Apesar de reconhecer a fidelidade partidária, ele negou o pedido feito na ação tucana por entender que todos os sete “infiéis”, neste caso, trocaram de partido antes da decisão do TSE. A ministra Cármen Lúcia, relatora da ação proposta pelo DEM, concordou com a tese. No caso desse partido, no entanto, ressalvou que a situação da deputada Jusmari de Oliveira (BA), que deixou o DEM e ingressou no PR após a decisão do TSE, deve ser analisada pela Justiça Eleitoral. Seguiram essa linha os ministros Gilmar Mendes, Cezar Peluso e Carlos Alberto Menezes Direito, além da presidente do STF, ministra Ellen Gracie. Já os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski concordaram com o relator da ação do PPS, Eros Grau. Eles votaram contra o pedido dos partidos, que reivindicam os mandatos dos “infiéis”. Sustentam que a Constituição não diz expressamente que o parlamentar deve perder o mandato ao trocar de partido. O ministro Carlos Ayres Britto votou de forma diferente. Defendeu a perda do mandato de todos os deputados que mudaram de partido na atual legislatura. Foi seguido pelo ministro Marco Aurélio Mello. (Informações do portal G1)

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Composições e coligações

Reunidos ontem à noite os Partidos que compõem o Movimento União Independente por São Lourenço da Mata/PE - PDT/PPS/PRTB decidiram, em ação conjunta, somente tratar sobre possibilidades de composições e coligações partir de maio de 2008." Entendemos que é necessário continuar o trabalho de fortalecimento das bases. Precisamos instalar novos núcleos de base, Movimento das Mulheres; dos aposentados; negros, sindicais, comunitários e outros que julguemos necessários ao apoio popular". Afirmou Adeildo Santos, Presidente da Comissão Executiva do PDT Municipal. Acrescentou ainda que "Precisa-se intensificar a mobilização dos nossos filiados, principalmente dos pré-candidatos para que possam ocupar os espaços de discussões com as comunidades”. Ressaltou também "a importância do Curso de Formação Política ministrado pela Universidade Aberta Leonel Brizola que vem capacitando os quadros do Movimento União Independente para que todos conheçam os propósitos e objetivos partidários e saibam tratar dos problemas sociais com conhecimento de causa”. Falando sobre os futuros candidatos do PDT, disse: “É determinação do Diretório Nacional do Partido que a conclusão do Curso de Formação Política – ministrado pela Universidade Aberta Leonel Brizola - seja pré-requisito àqueles que desejarem se candidatar a cargos eletivos a partir do ano que vem”.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Confiança em políticos

Segundo uma pesquisa divulgada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) apenas 11% dos brasileiros confiam nos políticos; 16% nos partidos políticos; 18,9% nas câmaras dos vereadores; 14,6% no senado e 12,5% na câmara dos deputados. A mesma pesquisa consultou ainda as instituições mais confiáveis, ficando, respectivamente, a Polícia Federal e as forças armadas com 75,5 e 74,7% dos entrevistados. Essa pesquisa foi a nível nacional. Agora falando de nós: Como seria o resultado em São Lourenço da Mata?
Dê sua opinião. (use o espaço para comentários)
1) Qual o nível de confiança da atual composição da Câmara Municipal?
2) Qual o nível de confiança da atual administração Municipal?

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Supremo abrandará decisão sobre quem mudou de partido

O STF (Supremo Tribunal Federal) deverá avalizar, nesta quarta-feira, a tese de que o parlamentar que troca de partido após a eleição perde o mandato, corroborando interpretação adotada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O Supremo, no entanto, tende a abrandar os efeitos da decisão para evitar que a cassação de cerca de 50 parlamentares de uma só vez abra uma crise entre Judiciário e Legislativo.Uma das possibilidades de solução 'meio-termo' é estabelecer uma data-limite para a perda do mandato. Seria somente para os que mudaram a filiação partidária após 27 de março, quando o TSE definiu essa tese, ou 8 de maio, quando essa decisão foi publicada. Outra saída, defendida por governistas como o deputado federal e ex-juiz Flávio Dino (PC do B-MA), é transferir o exame de cada caso para a Justiça Eleitoral. O TSE, quando definiu a tese da perda do mandato parlamentar do 'infiel', abriu duas exceções: se houver perseguição política interna ou descumprimento do programa pelo partido.(Informações da Folha de S.Paulo)